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A distinção é capaz de achar-se nos caroços

sementes-tomate O que define a diferença entre uma fruta e um legume é capaz de parecer simples. De forma muito simplificada, os frutos possuem sementes e as verduras não. Essa definição trabalha perfeitamente bem caso você seja botânico, porém não tão bem caso você seja um cozinheiro-chefe profissional (ou alguma pessoa que cozinhe ou come, no que se refere ao tema). Falando botanicamente, o tomate cai na categoria “de fruto” em função das suas sementes. Os pêssegos, a melancia, os morangos, são todos os bons exemplos de frutas. Depois desta significação, claramente, os pepinos, as azeitonas e o pimentão, junto aos tomates, também seriam frutas. Certo? Errado!
Enquanto muitos tipos de vegetais seriam capazes de ser considerados frutas usando o ponto de vista da botânica, poucos indivíduos que ingerem estes vegetais seguem estas mesmas regras, na maior parte das vezes, pois estes “frutos” são de natureza salgada, e não doce. Ao invés disto, boa parte dos compradores trata tomates e abacates como se fossem verduras, espalhados pela salada.
Contudo, até a definição de vegetais é subjetiva: ela não se trata de uma concepção especificamente científica. Ela se enquadra no âmbito da culinária. Os frutos gostosos e que adequam com alimentos salgados são, em geral, considerados verduras e costumam ser comidos com folhas, raízes, bulbos e sementes – como alface, nabos, aspargo, couve-flor, alho, ervilhas e abóboras.
Já quando o assunto é nutrição, não há diversas diferenças entre fruta e verdura. Todos eles possuem uma grande quantidade de fibras, assim como uma farta multiplicidade de proteínas e minerais.

Resolução chegou na Justiça

Mesmo assim, nos Estados Unidos não foi tranquilo solucionar a questão polêmica que gira em torno da classificação desse gostoso vegetal. À certa altura, o debate até foi parar no Supremo Tribunal. No ano de 1893, durante um caso nomeado como Nix v. Hedden, o tribunal ouviu argumentos insistindo que os tomates deveriam ser tributados como vegetais em vez de frutas (naquele tempo, os vegetais tinham uma taxa de imposto mais alta que as frutas). No final, o tribunal decidiu por consenso que um tomate importado poderia ser tarifado como um vegetal, apesar de que, botanicamente falando, seja tido como uma fruta.

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Não sofra mais com a constipação intestinal

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A constipação intestinal ou prisão de ventre é, habitualmente, caracterizada pela redução da frequência de evacuação e pela produção de fezes ressecadas. É um sintoma que acomete praticamente vinte por cento da população mundial, sendo mais usual nas mulheres. Indivíduos com constipação intestinal apresentam uma constância de evacuação muito atenuada, habitualmente inferior a três evacuações por semana.
A constipação intestinal é capaz de acontecer em razão de uma alimentação nada apropriada ou também como fruto de problemas de saúde. Um intestino funcionando erradamente é capaz de ser sinal de enfermidades graves, como o câncer no reto, por exemplo. Em razão disso, devemos estar alertas a esse sinal do organismo.
Ainda por cima, com a constipação intestinal, as fezes ficam ressecadas, duras, em partículas e com volume variado. Os pacientes passam a se queixar da precisão de realizar um enorme esforço para evacuar e da sensação de que a evacuação não foi completa. São capazes de ocorrer ainda dores, desconfortos no abdômen e gases.

Quais são as razões da constipação intestinal?

constipacao-intestinal A constipação intestinal é capaz de acontecer como resultado de muitos problemas, assim como o estreitamento do intestino e a redução da capacidade do intestino de efetuar movimentações. A constipação intestinal também é capaz de ser ocasionada por problemas menos graves, como a absorção de pouca fibra e água, sendo esta causa a mais habitual.
Entre as razões mais regulares de constipação intestinal, destacam-se gestação, sedentarismo, uso de medicamentos, intolerância à lactose, acidente vascular encefálico, síndrome do intestino irritável, hipotiroidismo e enfermidades colorretais.
A constipação intestinal acontece mais normalmente no momento em que os resíduos de fezes se movem bastante lentamente ao longo do trato digestivo, ficando duras e ressecadas. A constipação intestinal é capaz de ter inúmeras causas:

Bloqueios no cólon ou reto

Os bloqueios no cólon ou reto podem atrasar ou parar o movimento das fezes. As razões incluem:
Fissura anal
Obstrução no intestino
Câncer de cólon
Enfunilamento do cólon (estenose do intestino)
Tumores na região do abdômen que pressionam o cólon
Câncer retal
Retocele
Problemas neurológicos

– Doenças que afetam os nervos do cólon e reto conseguem fazer com que esses órgãos não trabalhem de forma eficaz para contrair e locomover fezes através do intestino. As razões integram:

Neuropatia autonômica
Esclerose múltipla
Mal de Parkinson
Lesão medular
Acidente Vascular Cerebral
Problemas na musculatura

– Doenças que atingem os músculos pélvicos podem causar constipação intestinal. Estes problemas abrangem:

Falta de capacidade para flexibilizar os músculos pélvicos e efetuar a evacuação
Músculos pélvicos não coordenam o relaxamento e contração adequadamente
Músculos pélvicos debilitados
Condições hormonais

– Enfermidades e condições que desregulam o equilíbrio dos hormônios são capazes de levar à constipação intestinal, incluindo:

Diabetes
Hiperparatireoidismo
Gravidez
Hipotiroidismo

Hábitos e estilo de viver inclusive conseguem dificultar os movimentos do intestino, causando a constipação intestinal. Veja:

Ingestão de água inadequada
Absorção de fibra imprópria
Paralisação da dieta regular ou de rotina
Realizar viagens
Falta de atividade física
Comer grandes quantidades de produtos derivados do leite
Nervosismo
Aguentar ao impulso de evacuar, o que às vezes é a decorrência da hemorroida
Uso excessivo de laxantes que, com o decorrer do tempo, debilita os músculos do intestino
Remédios antiácidos que têm cálcio ou alumínio
Medicamentos soníferos e narcóticos
Remédios para baixar a pressão arterial
Depressão
Incômodos alimentares
Síndrome do intestino irritável

Fatores que são capazes de estender o risco de constipação crônica abrangem:

Encontrar-se na meia idade
Ser do gênero feminino
Baixa ingestão de água
Dieta pobre em fibras
Ausência de exercícios físicos

Sinais de constipação intestinal

sintomas-constipacao-intestinal Você é tido como constipado se possuir 2 ou mais dos seguintes sinais por ao menos 3 meses:
Esforço no momento da evacuação
Fezes rígidas além do normal
Evacuação incompleta
Duas ou menos evacuações toda semana
Outros indícios podem abranger:
Inchaço ou dores abdominais
Náuseas

Buscando auxílio médico para constipação intestinal

Agende uma consulta médica caso você sinta modificações inexplicáveis e duradouras em seus hábitos intestinais.
Especialistas que podem diagnosticar prisão de ventre são:
Clínico geral
Nutricionista
Nutrólogo
Gastroenterologista
Proctologista
Encontrar-se pronto para a consulta é capaz de simplificar o diagnóstico da constipação intestinal e otimizar o tempo. Deste jeito, você já pode chegar à consulta com certas informações:
Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles surgiram
Histórico clínico, ainda outras condições que o paciente tenha e remédios ou suplementos que ele tome com frequência
Se possível, peça para algum amigo fazer companhia.

Diagnóstico de constipação intestinal

A grande parcela dos seres humanos não tem necessidade de exames para constatar a constipação intestinal. Apenas uma pequena quantidade de pacientes com constipação intestinal tem um problema médico mais sério. Se você possui constipação intestinal, você tem que consultar um médico a fim de que ele ou ela seja capaz de estabelecer a origem do problema e tratá-lo. Se a constipação intestinal é causada por câncer de cólon, diagnóstico e tratamento precoce é muito essencial.
Os testes e métodos utilizados para detectar a constipação intestinal integram:
Sigmoidoscopia
Colonoscopia
Avaliação da função músculo do esfíncter do ânus (manometria anorretal)
Avaliação dos movimentos intestinais (estudo de trânsito no cólon)
Raio-X do reto ao longo da defecação (proctografia)
Exames sanguíneos para averiguar prováveis mudanças hormonais

Qual é o hábito intestinal normal?

Falamos que um intestino está operando adequadamente e não há sinais de constipação intestinal quando as evacuações acontecem com relativa constância e com aspecto normal. É considerada normal a evacuação até 3 vezes ao dia ou ainda 3 vezes semanais, quer dizer, se num mesmo dia a pessoa solta suas fezes mais de três vezes ou se essa pessoa evacua menos de 3 vezes na semana, é capaz de existir um problema.
Além da constância de evacuação, outro fator fundamental é a aparência. O mais indicado é que as fezes estejam sólidas, pastosas e sem sinais de sangue, pus ou restos alimentares.
A constipação intestinal não é definida, obrigatoriamente, pela quantidade de vezes que você vai ao banheiro, pois a duração normal de tempo entre as evacuações difere muito de pessoa para pessoa. Você pode ir ao banheiro a cada dois ou três dias, por exemplo, porém, se a evacuação não é desconfortável, você não está com constipação intestinal. Algumas pessoas são capazes de, também, ir ao banheiro diariamente, porém terem constipação intestinal, exatamente, pela complicação ao evacuar ou pelo sentimento de não ter evacuado o suficiente.

Qual é o tratamento para a constipação intestinal?

A primeira etapa para acabar de vez com a constipação intestinal é a mudança de hábitos alimentares e de vida. É recomendada a prática de exercícios físicos e a adesão de fibras nas refeições, bem como absorção de bastante água. Os médicos sugerem a ingestão de no mínimo três litros de água diariamente.
Outro ponto essencial é que, com o intuito de evitar a constipação intestinal, é que o paciente reeduque-se no que se refere aos costumes de evacuação. É essencial, toda vez que necessário, ir ao banheiro, jamais deixando de responder ao impulso evacuatório. O ideal é gerar um horário para ir ao banheiro e nunca realizar tarefas nesse momento que consigam causar distração, como efetuar leituras.
Além das mudanças de costume, o uso de medicamentos é capaz de ser necessário. À vista disso, são utilizados normalmente produtos conhecidos, genericamente, como laxantes, que promovem a eliminação de fezes do intestino.
A grande parcela das pessoas com constipação intestinal vai precisar apenas fazer mudanças em sua dieta e modo de viver para tratar a moléstia. Mesmo assim, em certos casos, são capazes de ser necessários tratamentos mais específicos:

Purgantes

A indicação do uso de laxantes é feita para casos distanciados, no momento em que o paciente encontra-se há cerca de 7 dias constipado, contudo sempre vai carecer de prescrição médica. Em certas ocasiões, o quadro clínico pode ser mais sério do que se imaginava e o uso de purgantes por conta própria pode camuflar esses problemas.
Em certos casos de constipação intestinal, o paciente pode precisar realizar procedimentos como uma lavagem intestinal, que pode ser precedida do uso de purgantes. Há ainda situações em que o paciente está com uma constipação intestinal intensa, e o médico vai receitar o laxante como medida paliativa para aliviar o intestino do paciente. Isso porque o medicamento é aconselhado quando a constipação intestinal já está instalada, mas não faz parte do tratamento para educar o intestino.

Cirurgia

A cirurgia pode ser uma alternativa se você já tentou outros tratamentos e sua constipação intestinal é motivada por retocele, fissura anal, estenose ou câncer. Para as pessoas que já procuraram outros tratamentos sem sucesso e que têm o movimento intestinal anormalmente, tem a cirurgia como opção. A cirurgia para retirar o cólon é dificilmente precisa.

Medicamentos para constipação intestinal

A prisão de ventre pode ter várias causas, de maneira que o tratamento difere conforme o diagnóstico estabelecido pelo médico. Em razão disso, só um especialista capacitado pode dizer qual o remédio mais aconselhado ao seu problema, tal como a dosagem certa e a duração do tratamento.
Siga sempre à risca as orientações de seu médico e nunca automedique-se. Não interrompa o emprego do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades bastante maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

 

Convivendo com a constipação intestinal

Tenha uma dieta moderada, com demasiada fibra
Tome de um litro e meio a 2l de água e outros líquidos ao dia
Realize atividades físicas cotidianamente
Vá ao banheiro sempre que tiver necessidade

Dificuldades prováveis

 

As complicações da constipação intestinal incluem:

Hemorroidas
Fenda anal
Ajuntamento de fezes rígidas que fica presa no seu intestino
Prolapso retal

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De acordo com pesquisadores, o mau hálito é um ponto que todo mundo enfrenta e não há nada de constrangedor nessa situação. Você é capaz de não estar ciente disto, visto que você não é capaz de identificar seu próprio mau cheiro e a grande parte dos indivíduos não gosta disto. Você não é capaz de, sequer, perceber que está com péssimo hálito, uma vez que está tão acostumado com isto.
mau-halito Você pode não conhecer, como também há um exame para perceber caso você encontre-se com mau hálito. Basta lambear a mão e, após dez segundos, o farejar. Se o cheiro é incômodo, você é vítima de Halitose ou péssimo hálito. Então, primeiramente, você precisa perceber o que está fazendo com que você apresente o inconveniente. Especialistas declaram que uma higiene bucal péssima e cáries são alguns dos porquês.
Já problemas de saúde como subnutrição, diabetes, boca ressecada, sinusite e problemas gastrointestinais inclusive provocam a Halitose. Os cientistas explicam que as razões mais usuais de péssimo hálito:

1. Má higiene bucal:

Essa é a causa mais frequente, entretanto devidamente menosprezada, do péssimo hálito. Não escovar os dentes ou não usar fio dental frequentemente, principalmente à noite, pode produzir placa nos dentes inflamando as gengivas e, ocasionalmente, formando bolsas entre os dentes e gengivas. Certas bactérias ocasionadoras de odor são achadas na língua que soltam gases de enxofre responsáveis pelo mau cheiro.

2. O que você come:

mau-halito Refeições com forte odor ou sabor podem causar o famoso hálito ruim. Assim, comer alho, cebolas e determinadas especiarias frequentemente são capazes de desenvolver a respiração com cheiro desagradável. Café e álcool com o seu cheiro forte contribuem igualmente. O cheiro continua em sua boca e na ocasião em que a comida se move ao longo do sistema, ele solta substâncias químicas que exalamos por intermédio dos pulmões. O fio dental e o enxaguante bucal ocultam provisoriamente o fedor.

3. Fumar:

Se você fuma ou mastiga tabaco, os produtos químicos tendem a continuar na boca. Além de acarretar esse mau cheiro, ele marca os dentes e encurta a eficácia de perceber o sabor das refeições.

4. Boca seca:

Caso você consuma bastante cafeína ou respira através da boca, é crucial reexaminar seus hábitos. Por causa disso, sua boca não está produzindo saliva suficiente para retirar as células mortas que se aglomeram na língua e gengivas. Essas células mortas se decompõem e fazem com que a boca fique com cheiro forte. O ronco também, é capaz de agravar a boca ressecada que é um motivo do temido bafo da manhã.

5. Refluxo ácido:

É o fluxo atrasado de alimentos não digeridos ou ácidos do estômago em seu esôfago. Esses ácidos fluem de volta à garganta causando um gosto ruim na boca. Isto surge sob a forma de arrotos e, portanto, fede.

6. Dietas de choque:

Seguindo uma dieta minimizada em carboidratos ou o jejum, o corpo quebra a gordura que desenvolve produtos químicos denominados cetonas que são capazes de ser liberados pelas vias aéreas.

7. Doença crônica:

Certas vezes, o mau hálito é resultado de problemas como diabetes, doença renal ou hepática e infecção do trato respiratório como pneumonia ou bronquite.

Veja como cuidar da transpiração excessiva

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Hiperidrose, suor excessivo, ou transpiração excessiva, é uma disfunção habitual que produz muito desconforto. Acredita-se que 2% a 3% dos estadunienses sofram de sudorese excessiva das axilas (hiperidrose axilar) ou das palmas e solados dos pés (hiperidrose palmo-plantar). Os problemas das axilas tendem a começar